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Viver com conforto: o novo ambulatório da dor do Hospital Angelina Caron

Conviver com uma dor que não passa é um desafio que vai muito além do desconforto físico. Ela afeta o sono, o humor e a disposição para estar com quem se ama. Para quem enfrenta essa realidade, o Hospital Angelina Caron inaugura o Ambulatório da Dor, um serviço dedicado ao tratamento integral e humano de quem convive com sofrimento persistente, localizado em Campina Grande do Sul, na Região Metropolitana de Curitiba, e acessível a pacientes de todo o Paraná.

Sob a coordenação da Dra. Geovanna Andrade, especialista em medicina da dor, o novo serviço do Hospital Angelina Caron foi criado para oferecer escuta real, avaliação individualizada e tratamento baseado em evidências.

Dra. Geovanna Andrade, Ambulatório da Dor

 

O que é o Ambulatório da Dor e como ele funciona?

 

O Ambulatório da Dor do Hospital Angelina Caron é um serviço especializado no diagnóstico e tratamento de dores persistentes, aquelas que duram mais de três meses ou que limitam atividades simples do dia a dia.

A abordagem é funcional e individualizada. Em vez de focar apenas no exame de imagem, a equipe avalia como o sistema nervoso está processando o estímulo doloroso, se há fatores emocionais e comportamentais envolvidos e, principalmente, o quanto a dor está interferindo na vida de quem a sente.

“A medicina da dor se baseia na qualidade de vida perdida pelo paciente. Nem toda dor vem de uma alteração visível. E nem toda alteração em exame causa dor”, explica a Dra. Geovanna Andrade.

“Não tem nada nos exames” — mas a dor continua

 

Um dos cenários mais comuns, e mais negligenciados, é o do paciente que fez todos os exames e ouviu que está tudo normal.

No Ambulatório da Dor do Hospital Angelina Caron, a consulta começa pela validação: a dor é uma experiência real, independentemente do que aparece na ressonância. A partir daí, investiga-se dor neuropática, nociplástica (dor gerada pelo próprio sistema nervoso sem lesão identificável) e disfunções musculares, padrões que não aparecem em imagens, mas que têm tratamento e respondem bem quando bem conduzidos.

“Quando o paciente ouve ‘não tem nada’, ele traduz como: a dor não é real. E isso é devastador”, reforça a médica.

Quem é a Dra. Geovanna Andrade?

 

A Dra. Geovanna Andrade traz ao Hospital Angelina Caron uma formação sólida e especializada: residência em Dor pela Santa Casa de Alfenas e pós-graduações em Ultrassonografia Musculoesquelética e Dor. Sua atuação foca em casos complexos, incluindo a Neuralgia do Trigêmeo, condição frequentemente descrita como uma das dores mais intensas que existem, caracterizada por choques lancinantes na face.

Como é feito o tratamento da dor?

 

O Ambulatório da Dor do Hospital Angelina Caron oferece uma combinação de recursos clínicos e procedimentais:

  • Bloqueios diagnósticos e terapêuticos guiados por imagem: procedimentos com anestesia local para identificar e tratar a fonte exata da dor.
  • Radiofrequência: modulação dos sinais nervosos para reduzir a transmissão da dor ao cérebro, com alta no mesmo dia.
  • Ondas de choque: terapia não invasiva para alívio de dores musculares e articulares.
  • Medicações específicas: prescrição individualizada, baseada em evidências científicas, não genérica.
  • Reabilitação direcionada: recuperação funcional para devolver movimento e qualidade de vida.

 

Quais condições o Ambulatório da Dor trata?

 

O serviço amplia as possibilidades de cuidado aos pacientes com quadros dolorosos de diferentes origens, oferecendo abordagem especializada para condições crônicas, neuropáticas, musculoesqueléticas e pélvicas.

  • Coluna e articulações: hérnias de disco, artrose, sacroileíte e dores lombares.
  • Dores neuropáticas: neuralgia do trigêmeo, neuropatia diabética e dor pós-herpética.
  • Síndromes complexas: fibromialgia e dores miofasciais.
  • Dor pélvica crônica: investigação de dores abdominais que impactam a vida íntima e social.

Como acessar o Ambulatório da Dor do Hospital Angelina Caron?

 

O Hospital Angelina Caron realiza atendimentos particulares, por convênios e via SUS. Para pacientes do SUS, o acesso ocorre pelo sistema de regulação: basta procurar a Unidade Básica de Saúde (UBS) de referência e solicitar encaminhamento para a especialidade de Dor do Hospital Angelina Caron.

Perguntas Frequentes

 

Quando devo buscar o Ambulatório da Dor? Se a dor persiste há mais de três meses ou impede a realização de tarefas simples do cotidiano, é hora de buscar orientação especializada. Sentir dor não é algo “natural” da idade ou da rotina — existe tratamento para isso.

O Ambulatório da Dor atende pelo plano de saúde? Sim. O Hospital Angelina Caron atende por convênios, de forma particular e também via SUS. No caso do SUS, o encaminhamento deve ser solicitado na UBS de referência do paciente.

Preciso ter exame alterado para ser atendido? Não. O Ambulatório da Dor do Hospital Angelina Caron avalia pacientes mesmo quando os exames não mostram alterações. A dor é tratada como uma experiência real, e a consulta parte da história do paciente, não apenas dos laudos.

Quais tipos de dor são tratados no serviço? O ambulatório trata dores crônicas em geral, incluindo dores na coluna, articulações, dores neuropáticas (como neuralgia do trigêmeo e neuropatia diabética), fibromialgia, dor pélvica crônica e outros casos complexos.

O tratamento envolve cirurgia? Na maioria dos casos, não. O serviço prioriza abordagens minimamente invasivas, como bloqueios guiados por imagem, radiofrequência e ondas de choque, além de medicações e reabilitação.

Pronto para dar o primeiro passo? Agende uma avaliação com a equipe do Ambulatório da Dor do Hospital Angelina Caron pelo WhatsApp: (41) 3679-8100