Glaucoma pode causar danos irreversíveis à visão. Saiba a importância do diagnóstico precoce
De acordo com o Conselho Brasileiro de Oftalmologia, mais de 1,7 milhão de pessoas vivem com glaucoma no país.
OftalmologiaO serviço de Cirurgia Cardíaca Pediátrica do Hospital Angelina Caron integra equipes especializadas em cardiologia, cirurgia cardíaca, pediatria e terapia intensiva neonatal e infantil, oferecendo cuidado multidisciplinar para o diagnóstico, tratamento e acompanhamento de doenças cardíacas congênitas e adquiridas desde o período gestacional até a adolescência.
Com tecnologias modernas de imagem e monitoramento fetal, o hospital identifica alterações cardíacas ainda na vida intrauterina, incluindo arritmias e malformações estruturais, permitindo planejar intervenções, definir condutas seguras no parto e oferecer suporte imediato ao recém-nascido. Os procedimentos variam desde correções minimamente invasivas até cirurgias cardíacas complexas, incluindo, em casos criteriosamente selecionados, a cirurgia cardíaca robótica.
O serviço atua no diagnóstico e tratamento de diversas cardiopatias congênitas e adquiridas, incluindo:
Depende do tipo e da complexidade da malformação. Muitas cardiopatias congênitas têm correção cirúrgica definitiva, especialmente quando tratadas precocemente — como a comunicação interatrial, a persistência do canal arterial e a coarctação da aorta. Outras condições mais complexas, como a tetralogia de Fallot, exigem reconstrução anatômica e acompanhamento cardiológico ao longo da vida, mesmo após a cirurgia. O prognóstico depende do diagnóstico precoce, do tipo de cardiopatia e da qualidade do tratamento.
Identificar uma malformação cardíaca antes do nascimento permite planejar toda a assistência ao parto e ao recém-nascido com antecedência. Isso inclui definir o local mais seguro para o parto, garantir a presença de equipes especializadas na sala, programar intervenções imediatas quando necessárias e orientar a família. Bebês com cardiopatias graves diagnosticadas no pré-natal têm significativamente mais chances de desfechos favoráveis do que aqueles diagnosticados apenas após o nascimento.
A cirurgia cardíaca robótica utiliza um sistema robótico controlado pelo cirurgião para realizar procedimentos com maior precisão e por incisões menores do que as cirurgias convencionais. Em pediatria, sua aplicação é restrita a casos criteriosamente selecionados, considerando o porte da criança, o tipo de cardiopatia e as evidências científicas disponíveis. Quando indicada, pode contribuir para menor trauma cirúrgico e recuperação mais rápida, sempre com foco na segurança do paciente.
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